Quarta-feira, 14 de Maio de 2008

BIRO ETERNO

Chegamos a conclusão. Nosso Biro Biro, o Chuck Norris dos gramados, foi maior que Maradona. Conhecido pela técnica refinada com que tira o escalpo dos adversários sem cometer falta, Biro Biro tem outra característica descobertas nesses dias de blog.

Lembram de Super Star Soccer? Pois então, é o Winning Eleven dos anos 90. Havia uma versão com times clássicos, os esquadrões inesquecíveis. E, pasmem, não havia Biro Biro. Quando parte da torcida do Timão foi reclamar, veio à tona o motivo. Disseram os organizadores:

“No game você pode controlar 400 jogadores do mundo. Menos Biro Biro, ele é incontrolável”.

E realmente é. Assim é Biro Biro, o homem que encara Deus. E ganha. O homem que extinguiu Papai Noel, já que o velinho havia esquecido a sua bola de presente. O homem que não bate falta. Biro surra a falta.

Não me venham com chororô, viúvas do Maradona. Futebol arte só é bom em comercial de chuteira. Até a teoria da relatividade se rendeu a Biro Biro, admitindo que ele pode te dar um carrinho ontem.

Biro Biro não sorri. Ele não vai ler esse blog, porque blog é coisa de fresco. Ele nessas horas deve estar dormindo com a sua 30ª mulher do dia. E sabe como ele chama isso? Uma sexta-feira morna.

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